Grande Sertão Aventura

Vacine Sua Viagem



Uma viagem repleta de ótimas experiências começa pelo planejamento.
Que roupa vou levar? Levo tênis leves ou botas de trekking mais robustas? Comerei refeições locais ou levo alimentos?
Todas estas questões são levantadas pelo aventureiro antes de embarcar para seu destino. Entretanto, as questões de saúde são consideradas questões de sorte. Geralmente o viajante considera este aspecto da viagem como um jogo de dados. Adoecer, ou não, dependerá do destino.
Poucas atitudes tem a mesma capacidade de levar sua viagem por água-abaixo.
Há uma série de dicas que podem colaborar para que sua viagem corra o mínimo risco de ser abatida por uma bactéria ou um infeliz mosquito.
Coletei uma série de dicas para o viajante consciente.
Aí vão elas:

1ª Consulte seu médico no mínimo 30 dias antes da viagem;
2ª Verifique se suas vacinas estão em dia;
3ª Em caso de precisar atualizar alguma vacina, faça-o com a devida antecedência. Algumas vacinas só são efetivas um prazo após a sua aplicação;
4ª Medicamentos profiláticos, quando indicados, devem ter sua aplicação iniciada com antecedência para a verificação de possíveis efeitos colaterais.
5ª A vacina não é como um escudo invencível, evite riscos desnecessários;
6ª Cuidado com a água;
7ª A diarréia é o principal problema de saúde durante viagens, afetando de 10  a 50% dos viajantes;
8ª: Use repelentes  (a Grande Sertão Aventura recomenda Exposis, por evitar até mesmo carrapatos);
9ª. Use preservativos ;
10º Faça uma revisão dentária.

Se o seu destino estiver em áreas rurais ou selvagens do DF ou MG verifique sua vacina contra febre-amarela. Caso ela esteja vencida ou nunca foi aplicada procure se vacinar com pelo menos 10 dias de antecedência.
Com estas dicas, a única coisa que você deverá pegar em sua viagem é um leve e saudável bronzeado.

Atenção: estas são dicas que não pretendem nem substituem, de nenhuma forma, orientações médicas.
Para saber mais a respeito veja o site do Cives: Centro de Informações em Saúde para o Viajante. www.cives.ufrj.br/informacao/viagem/viagem.html

A viagem é uma música .

      Uma viagem é o caminho que batemos para chegarmos ao nosso interior. Para isso, precisamos partir já cientes do que veremos e, assim, ver tudo melhor, ampliado, emocionante e memorável.
       Viajar pelos sertões, então, é uma experiência tanto mais emocionante quanto mais conhecemos as   voz poética que  os desenha. 
       Para conhecer o sertão poético é preciso conhecer o brasileiro que cantou e musicou os grotões desta Pindorama sem fim:
Elomar Figueira Mello.
       Podemos afirmar, com a certeza do sol que devassa nossa terra, que este poeta sertanejo, com sua sensibilidade e magia, construiu uma obra que fundiu Patativa do Assaré e Villa-Lobos.
       Em breve expressão: Elomar , para a música brasileira, é o que Guimarães Rosa representa para nossa literatura.
       Não cruze as ventanias geladas dos chapadões sem conhecê-lo.

       Sugestão para degustação: O Pidido, Estrela Maga dos Ciganos, Violeiro, Joana Flor das Alagoas, O Peão na Amarração, Estrada das Areias.
       Uma audição que mudou meu modo de enxergar o sertão.     


para mais: http://www.elomar.com.br/









Surpresas da Natureza

Venha conhecer o cerrado do brasileiro.
Aqui no blog estaremos atualizando constantemente as fotos selecionadas.

Veja a última remessa de surpresas que a natureza prepara para nós a cada passeio.

Buriti (mauritia flexuosa) é o nome da palmeira, dela tudo se aproveita  das folhas se fazem coberturas para casas, dos talos, móveis e utensílios, do fruto, doces e farinhas e de sua seiva o vinho de buriti, elas sinalizam os oásis do sertão, as veredas.  
As flores brancas são os chuveirinhos (paepalanthus sp.), típicos de solos encharcados (hidromórficos) das veredas estão ameaçados de extinção.


Não entendeu a foto acima?
Olhe com mais atenção eveja a perereca camuflada da cor do cipó.


Um super cogumelo com mais de 15 cm de diâmetro


Passeio pelo Cerrado

Passeio pelo Cerrado
 Localiza-se na Chapada de Garapuava (Unaí- MG), exatamente o divisor de águas da Bacia do Paracatu e a Bacia do Urucuia, dois cursos que  desaguam no Velho Chico, que vai "batê no mei do mar". Nesta região, a fauna local encontrou um imenso corredor ecológico onde pode se reproduzir e viver plenamente.
Assim como elas tenha  voce também uma experiência plena de vida e emoção.